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          A tradução como uma necessidade, um esforço e uma profissão: uma perspectiva histórica

          A tradução pode ser definida como o processo de transferência de palavras e significados de um idioma para outro. No entanto, como já vimos em muitos outros artigos, é também uma actividade complexa e criativa que envolve competências linguísticas, culturais e cognitivas.

          A tradução não é uma profissão moderna. É praticada há milhares de anos, embora o seu estatuto e reconhecimento tenham variado ao longo de diferentes épocas e áreas geográficas.

          Neste artigo, vamos explorar a forma como a tradução tem sido negada como uma necessidade, um esforço ou uma profissão em diferentes períodos e contextos históricos, e as implicações dessa negação.

          Como é que a tradução é uma necessidade?

          A tradução é uma necessidade sempre que há uma procura de comunicação ou troca de informações entre pessoas que falam diferentes idiomas.

          A tradução pode servir vários objectivos, tais como políticos, religiosos, culturais, científicos, educativos ou artísticos. Também pode ser uma necessidade por razões pessoais ou sociais, como a formação da identidade, a compreensão intercultural ou a capacitação.

          No entanto, a tradução nem sempre foi reconhecida como uma necessidade pelos grupos ou instituições dominantes.

          Em alguns casos, era vista como uma ameaça à autoridade ou legitimidade de uma única língua ou cultura. Noutros casos, a tradução era vista como desnecessária ou irrelevante.

          Por exemplo, sabia que, na Roma antiga, a tradução do grego era desencorajada ou proibida por alguns imperadores?

          Eles queriam preservar a pureza e a supremacia do latim.

          Na Europa medieval, a tradução do árabe ou do hebraico era frequentemente restringida ou censurada pela igreja católica, que temia a influência de fontes não cristãs na fé cristã.

          Na época colonial, a tradução de línguas indígenas era muitas vezes ignorada ou suprimida pelos colonizadores que impunham as suas próprias línguas e culturas aos povos colonizados.

          Por exemplo, na China antiga, a tradução de línguas estrangeiras raramente era praticada ou valorizada pela corte imperial, que considerava a cultura chinesa superior e auto-suficiente.

          Ainda hoje, a tradução de línguas minoritárias é muitas vezes negligenciada ou marginalizada pelos grandes meios de comunicação social, que privilegiam idiomas dominantes ou globais.

          Além disso, muitos ainda encaram a tradução como uma tarefa simples que pode ser realizada por qualquer pessoa bilingue e, como tal, não há necessidade de a remunerar.

          Estas negações históricas da tradução como uma necessidade tiveram consequências negativas para os tradutores e para os estudos de tradução como disciplina.

          No passado, tradutores que trabalhavam em condições desfavoráveis chegaram a ser perseguidos ou silenciados. Os estudos de tradução foram muitas vezes ignorados, subdesenvolvidos ou alvo de preconceito.

          Como é que a tradução é um esforço?

          A tradução é um esforço porque requer trabalho mental e físico para produzir um resultado satisfatório.

          Ao contrário do que muitos pensam, a tradução não é uma tarefa simples ou mecânica de substituição de palavras pelos seus equivalentes estrangeiros. Implica compreender o significado e o contexto do texto de origem, encontrar formas adequadas de o exprimir na língua de chegada, bem como tomar decisões informadas e fazer ajustes com base em vários factores, tais como o objectivo, o público, o género, o estilo, etc.

          Mesmo assim, a tradução nem sempre foi reconhecida como um esforço.

          Muitas vezes, a tradução foi, e ainda é, vista como uma tarefa fácil ou trivial por aqueles que subestimam a complexidade e a diversidade dos vários idiomas e culturas.

          Por exemplo, na Grécia antiga, a tradução a partir de línguas bárbaras era considerada uma actividade inferior ou pueril por alguns filósofos, que valorizavam a racionalidade e a originalidade em detrimento das diferenças linguísticas e culturais.

          Nos tempos modernos, a tradução a partir de idiomas legíveis automaticamente é muitas vezes considerada tão simples que há quem confie nas traduções automáticas sem considerar as suas limitações ou implicações.

          É interessante notar que, por outro lado, a tradução também chegou a ser vista como um esforço difícil ou impossível por pessoas que sobrestimavam o fosso ou o conflito entre línguas e culturas.

          Por exemplo, na Índia medieval, a tradução do sânscrito era considerada inviável ou indesejável por alguns académicos, que consideravam o sânscrito uma língua sagrada e perfeita que não podia — e não devia — ser traduzida.

          Isto também acontece hoje em dia, quando a tradução de textos culturalmente sensíveis ou controversos é evitada ou rejeitada por alguns editores ou autoridades que receiam problemas legais ou éticos ou as reacções do público.

          A tradução é uma profissão, ponto final.

          Não se trata sequer de uma pergunta.

          A tradução não é um passatempo ou um ‘biscate’ que qualquer pessoa possa fazer sem preparação ou qualificação.

          A tradução é uma actividade profissional que envolve conhecimentos e competências especializados, que são adquiridos através da educação e da formação, e que devem ser reconhecidos e recompensados pela sociedade.

          Trata-se de uma actividade multifacetada e dinâmica que pode ser compreendida e avaliada em diferentes perspectivas.

          Esta actividade requer competências linguísticas superiores, consciência cultural, competências de investigação, pensamento crítico, resolução de problemas, competências de comunicação, princípios éticos, normas de qualidade e ferramentas profissionais.

          No entanto, no passado, a tradução foi, muitas vezes, vista como uma actividade subordinada ou auxiliar.

          Por exemplo, na Europa renascentista, a tradução das línguas clássicas era considerada um exercício pedagógico ou preparatório por alguns humanistas que tinham como objectivo imitar ou superar os autores antigos.

          Noutros casos, a tradução era vista como uma actividade marginal ou precária por aqueles que ignoravam ou exploravam o trabalho e os direitos do tradutor.

          Por exemplo, na África colonial, a tradução a partir de idiomas locais era frequentemente realizada por intermediários sem formação ou mal pagos que actuavam como mediadores ou correctores entre os colonizadores e os colonizados.

          Nos tempos modernos, a tradução de textos literários ou artísticos pode ainda ser vista como um trabalho secundário ou derivado por alguns críticos ou leitores, que questionam a autenticidade ou a criatividade do tradutor.

          A tradução para plataformas de conteúdos online bastante populares é, frequentemente, realizada por voluntários não remunerados ou mal pagos que participam em plataformas de crowdsourcing ou de fãs.

          Como podemos ver, a tradução tem sido desvalorizada, incompreendida ou mesmo oprimida, sendo negada como uma necessidade, um esforço e uma profissão em diferentes períodos e contextos históricos.

          A negação da tradução como profissão tem consequências negativas tanto para os tradutores como para os clientes. Afecta a qualidade, o estatuto e o reconhecimento.

          Os tradutores que trabalham em condições desfavoráveis são frequentemente explorados, sentem-se desvalorizados e até invisíveis.

          Os estudos de tradução, enquanto disciplina, são muitas vezes simplificados, distorcidos ou polarizados.

          No entanto, a tradução sempre foi uma actividade resiliente e adaptativa que sobreviveu e prosperou, apesar da negação ou da resistência que encontrou. E a sua importância e essencialidade são inegáveis.

          Em Portugal, ainda não existe uma lei ou norma que regulamente a profissão, os tradutores não têm uma ordem profissional e quase qualquer pessoa pode ser tradutor, sem ter em conta a sua formação ou experiência profissional.

          Mas há várias associações de tradutores em Portugal que têm lutado para melhorar o estatuto dos tradutores portugueses, incluindo a Associação Portuguesa de Empresas de Tradução (APET), a Associação Portuguesa de Tradutores (APT) e a Associação de Profissionais de Tradução e de Interpretação (APTRAD).

          A tradução sempre foi uma fonte de inovação, comunicação, capacitação e transformação que enriqueceu e diversificou línguas, sociedades e culturas. É o que nos permite interpretar, traduzir e registar o nosso passado para que possamos aprender com ele e saber quem somos enquanto seres humanos.

          É uma actividade resiliente e adaptável que sobreviveu e prosperou apesar da negação ou da resistência que encontrou. E a sua importância e essencialidade são inegáveis.

          A profissão deve ser apreciada e apoiada como uma actividade que contribui para o desenvolvimento e o bem-estar da humanidade, e o trabalho e a responsabilidade do tradutor devem ser reconhecidos.

          Então, está pronto para valorizar o trabalho de uma equipa dedicada de tradutores especializados?

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