Ninguém merece menos respeito por causa do seu trabalho, da sua posição ou do lugar que ocupa num organograma, nem por causa do seu rendimento, da casa em que vive ou do carro que conduz (ou não conduz), nem mesmo pela forma como se veste.
Podemos ter responsabilidades, competências e percursos diferentes — mas partilhamos a mesma dignidade básica.
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Liderança
Quem não se lidera a si mesmo, não é líder
Durante anos achei que liderar era apenas orientar pessoas. Hoje percebo que é, antes de tudo, saber orientar-me para poder orientar os outros.
Não é preciso obrigar-me a ser sempre “zen” — é preciso não deixar que o meu caos interior determine o clima do espaço onde me encontro.
Porque é que um chefe não é (necessariamente) um líder?
A inteligência emocional (também conhecida como “QE”) é uma das chamadas “competências transversais” que pode ter um foco mais interno: como dizem por aí, conhece-te a ti próprio e melhorarás a tua inteligência emocional. Contudo, também é útil numa dinâmica de grupo. Trata-se também de observar como reagimos às pessoas e de aprender a reconhecer as suas necessidades e sentimentos.
O respeito não é hierárquico
Ninguém merece menos respeito por causa do seu trabalho, da sua posição ou do lugar que ocupa num organograma, nem por causa do seu rendimento, da casa em que vive ou do carro que conduz (ou não conduz), nem mesmo pela forma como se veste.
Podemos ter responsabilidades, competências e percursos diferentes — mas partilhamos a mesma dignidade básica.
Quem não se lidera a si mesmo, não é líder
Durante anos achei que liderar era apenas orientar pessoas. Hoje percebo que é, antes de tudo, saber orientar-me para poder orientar os outros.
Não é preciso obrigar-me a ser sempre “zen” — é preciso não deixar que o meu caos interior determine o clima do espaço onde me encontro.
Porque é que um chefe não é (necessariamente) um líder?
A inteligência emocional (também conhecida como “QE”) é uma das chamadas “competências transversais” que pode ter um foco mais interno: como dizem por aí, conhece-te a ti próprio e melhorarás a tua inteligência emocional. Contudo, também é útil numa dinâmica de grupo. Trata-se também de observar como reagimos às pessoas e de aprender a reconhecer as suas necessidades e sentimentos.




