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          A inteligência artificial e o emprego humano I

          Homem vs Máquina

          Certamente, já alguma vez pensou no que aconteceria se as máquinas e a IA viessem a substituir o homem no mundo do trabalho.

          O cinema das últimas décadas está repleto de títulos que afloram ou exploram o tema, especialmente na categoria de Ficção Científica e Acção, mas com o tempo, o assunto tem sido desenvolvido também em outras categorias como o Drama e o Terror, e até mesmo a Comédia. 🎬

          Isto significa que a ideia não foi uma proposta absurda que era tendência há 40 anos e, entretanto, se perdeu. Mostra-nos como o tema permanece relevante para o público em geral e está cada vez mais presente nas nossas mentes.

          A verdade é que cada vez há menos absurdidade na ideia de sermos substituídos, ou até mesmo dominados, pelas máquinas no futuro.

          E o tema nunca esteve tão em voga, nem se apresentou de forma tão palpável, como agora.

          Se pensarmos na revolução industrial dos séculos XVIII — XIX, a transição para novos processos de fabrico na Europa continental, Estados Unidos e Japão entre 1730 e 1850 causou uma transformação profunda e radical da humanidade, a nível económico mas, inevitavelmente, também social.

          O advento das máquinas, com o surgimento da máquina a vapor, do tear mecânico, do equipamento agrícola, etc., substituiu as pessoas, suprimindo até algumas profissões e, por outro lado, conduziu a uma exploração intensa da mão-de-obra humana nas novas formas de emprego, dando origem à formação da classe operária, à urbanização e à disseminação do comércio e do capitalismo. Já para não falarmos dos danos ambientais, que não pararam de crescer até aos nossos dias.

          À data, a substituição dos humanos por máquinas resultou em perda de emprego massiva e numa redução salarial muito significativa que não foi acompanhada por uma redução dos custos de produção que conduzisse a uma redução do custo de vida dos trabalhadores — as pessoas mantinham as despesas de sempre, mas recebiam muito menos dinheiro do que antes do surgimento das máquinas.

          Chegou a revolta das máquinas?

          Esta revolução industrial dos séculos anteriores foi a transformação que teve maior impacto na humanidade desde o Neolítico!

          Não é difícil estabelecer um paralelismo e imaginar que, nos nossos dias, caso os robôs e a inteligência artificial venham a substituir os humanos no mundo do trabalho, isto resultará numa vaga de desemprego massiva e numa crise socioeconómica profunda.

          Podemos esperar que nas décadas que se avizinham — ou talvez mais cedo — o conceito de trabalho venha a alterar-se profundamente devido aos avanços tecnológicos e, principalmente, aos progressos alucinantes na área da inteligência artificial.

          O futuro dos grandes filmes de ficção científica é cada vez menos ficção!

          Pelo menos num grande número de profissões, já estamos a assistir a esta revolução industrial, que começa agora a deixar as páginas dos livros e os grandes ecrãs da ficção e a instalar-se insidiosamente na nossa realidade.

          As máquinas estão cada vez mais perto de conseguir, pelo menos, ocupar-se dos trabalhos baseados na rotina e repetibilidade, deixando ainda os trabalhos que assentam sobre a criatividade, flexibilidade e imprevisibilidade para os humanos.

          Os computadores poderão “aprender” a realizar e a melhorar a eficiência de muitos processos de trabalho diferentes anteriormente exclusivos dos humanos, desde o atendimento ao cliente, passando pela banca, e até ao diagnóstico médico de rotina.

          Caso os governantes dos países desenvolvidos não apliquem um travão aos avanços tecnológicos nesta área, e não consigam pensar numa forma de remunerar os trabalhadores que deixem de se enquadrar no mundo do trabalho com algum tipo de salário básico que permita uma vida digna, caminhamos a passos largos para tempos muito negros…

          Máquinas de tradução?

          No início dos anos 2000, a capacidade de processamento dos computadores já era suficiente para realizar uma tradução automática básica.

          Os desenvolvedores da época utilizavam bases de dados estatísticas de idiomas para treinar os computadores na tradução de texto. E o software traduzia, com uma qualidade final anedótica, mas traduzia.

          Podemos definir a tradução automática como a inteligência artificial usada para traduzir um texto de um idioma para outro sem o envolvimento de um ser humano e a verdade é que isto já existe há muito tempo.

          Porém, passados 20 anos, a técnica evoluiu de uma forma abismal! A tradução automática melhorou em termos de velocidade, mas também de precisão e correcção.

          A tradução automática dos nossos tempos vai muito além de uma tradução directa, palavra por palavra, e já é capaz de comunicar o sentido do texto no seu idioma de origem analisando todos os elementos das frases, e a frase como um todo, e reconhecendo de que forma as palavras se influenciam umas às outras.

          Já há até quem diga que as traduções automáticas são agora capazes de rivalizar com serviços de tradução profissional humanos. Será?

          Inteligência artificial

          A inteligência artificial ou IA (“artificial intelligence”) refere-se ao conjunto de ferramentas utilizadas por uma máquina para replicar a inteligência humana a partir de algoritmos que lhe permitem reproduzir comportamentos do cérebro humano.

          Actualmente, a IA serve-se de tecnologias como “deep learning” e “machine learning”, o que permite obter traduções praticamente imediatas de grandes volumes de texto com uma qualidade crescente, pois já tem a capacidade de se corrigir automaticamente melhorando a qualidade das traduções produzidas.

          Mas como é que as máquinas aprendem?

          Na base desta revolução, o que acabou por capacitar as máquinas para nos substituírem, eventualmente, foi a sua recém-adquirida capacidade de aprendizagem.

          Simplificando, uma máquina ou computador “aprende” procurando padrões no meio de conjuntos de dados massivos. Quando encontra um padrão, testa-o, ajusta o seu programa com base no que aprendeu e, quando tem um determinado número de padrões armazenados, passa também a ser capaz de fazer previsões.

          Por exemplo, a máquina pode detectar que sempre, ou na maioria das vezes, que um tradutor humano encontra a palavra X isoladamente a tradução usada é Y.

          Porém, sempre, ou na maioria das vezes, que um tradutor humano encontra a palavra X num determinado contexto, a tradução usada para a mesma palavra é Z.

          Trata-se de um padrão, e a sua repetibilidade significa que há uma muito maior probabilidade de a máquina acertar na tradução mais correcta, que não é a mais óbvia e directa, ao detectar aquele contexto específico. Isto é algo que o software de tradução automática era incapaz de fazer até aqui e isto é verdadeiramente revolucionário.

          Quanto maior a quantidade de dados que a máquina puder utilizar para detecção de padrões, mais recursos terá armazenado e, claro, mais “inteligente” ficará.

          Não há como ignorar os avanços da IA e da aprendizagem automática e o facto de poderem sem dúvida alguma facilitar o trabalho dos humanos em geral e também particularmente na área dos serviços linguísticos.

          Estes avanços na tradução, através da inteligência artificial e da aprendizagem automática poderão levar-nos a concluir que, num futuro mais distante, os tradutores serão dispensáveis por já não existirem quaisquer barreiras linguísticas entre os povos. 🌍

          Nada mais falso. A competência de um tradutor nativo, o seu conhecimento dos costumes e capacidade para detectar as subtilezas que escapam à IA continuarão a ser indispensáveis.

          A tradução automática melhorou muito, mas não é infalível. Muito menos consegue levar em conta os costumes e traços culturais locais ou adaptar a tradução ao público a que se destina ou ao tipo de cliente, nem considerar factores como a intenção por detrás das palavras. 🤓

          No caso de idiomas menos comuns, para os quais há menos materiais disponíveis, a IA tem de usar a língua inglesa como uma etapa intermédia, tornando a tradução automática ainda mais propensa a erros e mal entendidos.

          Erros em traduções empresariais, financeiras e de marketing podem ter consequências financeiras graves e/ou danos à reputação, litígios, etc. No caso de traduções técnicas em áreas como a medicina, os erros poderão ter consequências ainda mais severas, com risco para a saúde ou até para a vida das pessoas.

          Todos compreendemos que um tradutor automático será sempre mais propenso a “erros de tradução” do que uma equipa de tradutores e revisores humanos com sensibilidade e bom senso, com cultura geral para captar referências, capacidade de discernir ironias, sarcasmos e sentidos figurados, etc.

          Se tiver interesse em serviços de tradução, revisão e copywriting, procure as nossas pessoas, que terão todo o gosto em falar consigo no WhatsApp ou por meio do formulário de contacto aqui:

          https://verbarium-boutique.com/contactos/

          E não deixe de ler a segunda parte deste artigo, na qual lhe mostramos uma conversa real com a IA.

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