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          Precisa de ajuda para superar o medo de falar em público?

          9 dicas para o ajudar a enfrentar o seu público

          O medo de falar em público é um dos medos mais comuns e a glossofobia afecta cerca de 40% da população. É também uma das fobias mais comuns antes da morte, das aranhas e das alturas.

          Enquanto alguns nascem com uma aptidão natural para enfrentar a multidão, e até quem anseie pelos holofotes e quem seja apaixonado por se ouvir a si próprio falar, outros entram em pânico perante a mera possibilidade de terem de falar em público!

          Há uma terceira categoria — e tenho de me incluir aqui — dos que sofrem de pânico e ansiedade antes do evento, mas no momento em que são confrontados com uma audiência, o medo desaparece magicamente, transformando-se em “unicórnios de palco”.

          Quando era jovem, era tremendamente tímida — além de introvertida — e ficava absolutamente aterrorizada com a ideia de falar perante um grupo de pessoas. Mais tarde, quando era estudante, temia aqueles momentos embaraçosos em que me pediam para ler em voz alta na aula e eu tentava tornar-me invisível… Apesar de saber as respostas para a maioria das perguntas que os professores colocavam à turma, nunca respondia se não me fosse perguntado directamente.

          Por “público” não nos referimos necessariamente a uma grande audiência, como fazer um discurso de agradecimento nos Óscares. 🏆😅 Para muitos de nós, apenas ter de falar em frente dos próprios companheiros de turma ou colegas de trabalho já é paralisante.

          Como jovem adulta, antes de enfrentar a minha primeira aula no papel de professora, estive fisicamente doente e a remoer obsessivamente o momento durante duas semanas. Na noite anterior, nem consegui dormir de tão nervosa! 🥱

          Entrei naquela sala de aula a tremer como varas verdes. Caminhei até ao quadro preto de olhos fixos no chão, dando o meu melhor para evitar os mais de 20 pares de olhos curiosos que me perscrutavam. Virei cobardemente as costas aos meus alunos e comecei a escrever o meu nome no quadro… E enquanto ali estava, sentindo-me tão exposta, de costas para aquele grupo de estranhos, num terror absoluto, percebi que não podia fugir. Era simplesmente impossível evitar. E eis que as palavras me assaltam: basta seres natural, basta seres tu própria — és boa a contar histórias, usa isso!

          Ao virar-me para os enfrentar, incrivelmente, era como uma lagarta que se transformava numa borboleta… 🐛🦋 As palavras e as ideias fluíam, e eu não estava apenas a falar, estava a ser escutada e a envolver toda a turma, naturalmente

          Foi quando descobri que nasci para ensinar… 👩🏫

           

          As situações comuns do dia-a-dia podem ser assustadoras 😨

          No entanto, mesmo sabendo que sou bastante boa a falar em público e que sou instintivamente capaz de perceber e cativar uma audiência, continuo a evitá-lo porque não deixei de entrar em pânico antes de mergulhar nesse mar!

          Imaginemos situações muito mais simples e comuns, tais como apresentações orais na escola, debates pós-aula, entrevistas de emprego, reuniões de trabalho (incluindo Zoom ou Skype), apresentação a novos colegas ou a um supervisor, pedidos de empréstimo ou visto de residência, testemunhar em audiências judiciais ou interrogatórios policiais, etc. Ou mesmo ter de receber clientes quando essa não é essa a nossa função habitual.

          Alguns de nós entrarão em pânico antecipadamente, só de pensar em ter de enfrentar uma multidão em algum ponto no futuro.

          Se é um tradutor profissional e trabalha como freelancer, é provável que tenha de contactar com novos clientes pessoalmente — ainda que não seja com regularidade. Até mesmo um público de uma só pessoa pode ser assustador se somos introvertidos. E falando de serviços linguísticos e serviços de tradução — nem vale a pena tentar ser intérprete se tiver medo de falar em público. 🧑🎤

          Glossofobia é o termo clínico para o medo intenso e incapacitante de falar em público, e está entre as fobias sociais mais comuns, com uma prevalência aproximada de 75%! Claro que o medo nem sempre é fobia, mas a maioria das pessoas tem um maior ou menor medo de discursar para terceiros.

          Contudo, falar em público é uma competência cada vez mais solicitada no mercado de trabalho actual. Enquanto no passado esta competência estava reservada apenas a profissões específicas, como artistas e professores, hoje em dia, a maioria das áreas exige que aperfeiçoemos esta habilidade. 🧑🏻💼

          Algumas pessoas contam com ansiolíticos para se sentirem mais calmas antes de uma apresentação ou uma entrevista de emprego. 💊 💊 É claro que esta não é a melhor maneira de ultrapassar os nervos. Acredite, não quer sentir-se e/ou parecer sedado quando enfrentar aquela multidão! 😱

          De onde vem o medo de falar em público?

          Antes de considerar a utilização de ansiolíticos, fique comigo mais um pouco.

          Primeiro, temos de tentar compreender a origem deste medo.

          O medo é uma reacção humana normal que normalmente aparece sempre que o nosso corpo e a nossa mente enfrentam uma situação perigosa. O que acontece é que, na nossa cultura, não estamos devidamente preparados para enfrentar situações com este tipo de exposição, e é por isso que nos sentimos tão nervosos.

          No entanto, o medo de falar em público é multifactorial. Pode dever-se a uma má experiência passada, introversão, medo de rejeição, medo do ridículo, insegurança na fala, auto-imagem negativa…

          Mas geralmente acontece, em grande medida, porque não estamos preparados.

          Se ponderarmos, percebemos que é lógico ter medo de fazer algo para o qual não fomos treinados. Falar em público é uma competência e, como tal, deve ser desenvolvida e melhorada.

          Este medo pode impedi-lo de dar voz às suas experiências e falar do seu trabalho, partilhar as suas ideias e oferecer soluções para problemas que poderiam ajudar as outras pessoas. Pode também impedi-lo de crescer profissionalmente.

          Até que ponto é normal?

          Um pouco de nervosismo perante uma situação importante é completamente normal. É um sinal de que nos preocupamos e que esta experiência tem valor para a nossa vida pessoal ou profissional. É uma forma que o corpo tem de nos ajudar, porque as “hormonas do stress” (como a adrenalina) vão deixar-nos mais focados.

          No entanto, quando este sentimento atinge níveis excessivos, deve ser tratado. 😰

          O excesso de ansiedade pode interferir com o desempenho e ter um impacto negativo na mensagem que estamos a tentar transmitir.

          9 dicas para o ajudar a falar em público 🎭

          Posto isto, é boa ideia reduzir o medo de falar em público para tirar o máximo partido destas situações e apresentar-se da forma mais eficiente.

          O medo de falar em público é um dos medos mais comuns e a glossofobia afecta cerca de 40% da população. É também uma das fobias mais comuns antes da morte, das aranhas e das alturas.

          Enquanto alguns nascem com uma aptidão natural para enfrentar a multidão, e até quem anseie pelos holofotes e quem seja apaixonado por se ouvir a si próprio falar, outros entram em pânico perante a mera possibilidade de terem de falar em público!


          Há uma terceira categoria — e tenho de me incluir aqui — dos que sofrem de pânico e ansiedade antes do evento, mas no momento em que
           são confrontados com uma audiência, o medo desaparece magicamente, transformando-se em “unicórnios de palco”.

          Quando era jovem, era tremendamente tímida — além de introvertida — e ficava absolutamente aterrorizada com a ideia de falar perante um grupo de pessoas. Mais tarde, quando era estudante, temia aqueles momentos embaraçosos em que me pediam para ler em voz alta na aula e eu tentava tornar-me invisível… Apesar de saber as respostas para a maioria das perguntas que os professores colocavam à turma, nunca respondia se não me fosse perguntado directamente.

          Por “público” não nos referimos necessariamente a uma grande audiência, como fazer um discurso de agradecimento nos Óscares. 🏆😅 Para muitos de nós, apenas ter de falar em frente dos próprios companheiros de turma ou colegas de trabalho já é paralisante.

          Como jovem adulta, antes de enfrentar a minha primeira aula no papel de professora, estive fisicamente doente e a remoer obsessivamente o momento durante duas semanas. Na noite anterior, nem consegui dormir de tão nervosa! 🥱

          Entrei naquela sala de aula a tremer como varas verdes. Caminhei até ao quadro preto de olhos fixos no chão, dando o meu melhor para evitar os mais de 20 pares de olhos curiosos que me perscrutavam. Virei cobardemente as costas aos meus alunos e comecei a escrever o meu nome no quadro… E enquanto ali estava, sentindo-me tão exposta, de costas para aquele grupo de estranhos, num terror absoluto, percebi que não podia fugir. Era simplesmente impossível evitar. E eis que as palavras me assaltam: basta seres natural, basta seres tu própria — és boa a contar histórias, usa isso!


          Ao virar-me para os enfrentar, incrivelmente, era como uma lagarta que se transformava numa borboleta…
          🐛🦋 As palavras e as ideias fluíam, e eu não estava apenas a falar, estava a ser escutada e a envolver toda a turma, naturalmente

          Foi quando descobri que nasci para ensinar… 👩🏫

          As situações comuns do dia-a-dia podem ser assustadoras 😨

          No entanto, mesmo sabendo que sou bastante boa a falar em público e que sou instintivamente capaz de perceber e cativar uma audiência, continuo a evitá-lo porque não deixei de entrar em pânico antes de mergulhar nesse mar!

          Imaginemos situações muito mais simples e comuns, tais como apresentações orais na escola, debates pós-aula, entrevistas de emprego, reuniões de trabalho (incluindo Zoom ou Skype), apresentação a novos colegas ou a um supervisor, pedidos de empréstimo ou visto de residência, testemunhar em audiências judiciais ou interrogatórios policiais, etc. Ou mesmo ter de receber clientes quando essa não é essa a nossa função habitual.

          Alguns de nós entrarão em pânico antecipadamente, só de pensar em ter de enfrentar uma multidão em algum ponto no futuro.

          Se é um tradutor profissional e trabalha como freelancer, é provável que tenha de contactar com novos clientes pessoalmente — ainda que não seja com regularidade. Até mesmo um público de uma só pessoa pode ser assustador se somos introvertidos. E falando de serviços linguísticos e serviços de tradução — nem vale a pena tentar ser intérprete se tiver medo de falar em público. 🧑🎤

          Glossofobia é o termo clínico para o medo intenso e incapacitante de falar em público, e está entre as fobias sociais mais comuns, com uma prevalência aproximada de 75%! Claro que o medo nem sempre é fobia, mas a maioria das pessoas tem um maior ou menor medo de discursar para terceiros.

          Contudo, falar em público é uma competência cada vez mais solicitada no mercado de trabalho actual. Enquanto no passado esta competência estava reservada apenas a profissões específicas, como artistas e professores, hoje em dia, a maioria das áreas exige que aperfeiçoemos esta habilidade. 🧑🏻💼

          Algumas pessoas contam com ansiolíticos para se sentirem mais calmas antes de uma apresentação ou uma entrevista de emprego. 💊 💊 É claro que esta não é a melhor maneira de ultrapassar os nervos. Acredite, não quer sentir-se e/ou parecer sedado quando enfrentar aquela multidão! 😱

          De onde vem o medo de falar em público?

          Antes de considerar a utilização de ansiolíticos, fique comigo mais um pouco.

          Primeiro, temos de tentar compreender a origem deste medo.

          O medo é uma reacção humana normal que normalmente aparece sempre que o nosso corpo e a nossa mente enfrentam uma situação perigosa. O que acontece é que, na nossa cultura, não estamos devidamente preparados para enfrentar situações com este tipo de exposição, e é por isso que nos sentimos tão nervosos.

          No entanto, o medo de falar em público é multifactorial. Pode dever-se a uma má experiência passada, introversão, medo de rejeição, medo do ridículo, insegurança na fala, auto-imagem negativa…

          Mas geralmente acontece, em grande medida, porque não estamos preparados.

          Se ponderarmos, percebemos que é lógico ter medo de fazer algo para o qual não fomos treinados. Falar em público é uma competência e, como tal, deve ser desenvolvida e melhorada.

          Este medo pode impedi-lo de dar voz às suas experiências e falar do seu trabalho, partilhar as suas ideias e oferecer soluções para problemas que poderiam ajudar as outras pessoas. Pode também impedi-lo de crescer profissionalmente.

          Até que ponto é normal?


          Um pouco de nervosismo perante uma situação importante é completamente normal. É um sinal de que nos preocupamos e que esta experiência tem valor para a nossa vida pessoal ou profissional. É uma forma que o corpo tem de nos ajudar, porque as “hormonas do stress” (como a adrenalina) vão deixar-nos mais focados.

          No entanto, quando este sentimento atinge níveis excessivos, deve ser tratado. 😰

          O excesso de ansiedade pode interferir com o desempenho e ter um impacto negativo na mensagem que estamos a tentar transmitir.

          9 dicas para o ajudar a falar em público 🎭

          Posto isto, é boa ideia reduzir o medo de falar em público para tirar o máximo partido destas situações e apresentar-se da forma mais eficiente.

          Informe-se antecipadamente sobre o público. Um dos principais motivos de ansiedade é ter medo das próprias pessoas. Porque acredita que o irão julgar ou porque não faz ideia do que esperam da sua apresentação, pode tornar-se uma grande preocupação. Ter informações sobre o seu público aumentará a sua confiança, por isso tente saber elementos como: idade, nível educacional, o quanto sabem sobre o tema da apresentação, etc.

          Organize o seu discurso e recolha e/ou crie material de referência para utilizar durante a apresentação. Mas lembre-se que o material de referência destina-se a envolver o seu público, e talvez a dar-lhe um pequeno alívio, não para se limitar apenas a ler o seu discurso em voz alta!

          Reserve o tempo necessário para praticar. Confiar na improvisação irá aumentar a pressão, criando um ciclo negativo: o aumento da ansiedade prejudica a concentração. Pratique o seu discurso para se familiarizar com o conteúdo. Quanto mais praticar, mais aumentará a confiança.

          Grave um vídeo simulando a apresentação e veja-o, tomando nota de quaisquer questões a alterar. Dedique algum tempo a fazer os ajustes necessários.

          Evite as falhas técnicas. Avarias durante a sua apresentação podem deixá-lo mais nervoso. Verifique previamente luzes, mobiliário, microfone, diapositivos, ligação à Internet, etc.

          Não seja negativo. Evite pensar muito sobre o que pode correr mal. Por vezes, concentramo-nos demasiado no que poderia correr mal, por isso tente controlar esta tendência e concentre-se noutros pensamentos.

          No dia da apresentação e no dia anterior, faça coisas que o ajudem a relaxar, como ver um filme ou uma série que aprecie ou ouvir a sua música preferida. Assim, não se focará excessivamente no que pode correr mal com a sua apresentação.

          No dia da apresentação, evite beber café, bebidas energéticas, refrigerantes e outros estimulantes. A cafeína é uma substância conhecida por aumentar os níveis de stress e ansiedade. Hidrate-se com chá e água.

          Momentos antes da apresentação, pratique exercícios respiratórios diafragmáticos. Com uns simples exercícios respiratórios, podemos “enganar” o cérebro fazendo-o acreditar que estamos calmos e não há perigo, portanto, não haverá picos de adrenalina indesejados, nem nenhuma resposta de lutar ou fugir.

          • Dica extra: não gesticule nervosamente. Use as mãos e os braços naturalmente, pode usar gestos para ilustrar o que diz, mantendo as mãos sempre à vista, em linha com e acima da cintura (mas não acima dos ombros). Não se esqueça de não gesticular demasiado e não esconda as mãos.

          👉 Portanto, não se esqueça: o melhor antídoto para falar em público é a preparação!

          👉 Por falar nisso, não se esqueça de navegar pelo nosso blogue para mais dicas sobre assuntos do quotidiano que o ajudarão a estar preparado para tudo.

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              Porque dizer “não” é positivo

              Claro que dizer não nem sempre é fácil ou confortável. Pode ser desafiante e incómodo, especialmente se não estivermos habituados a fazê-lo ou se enfrentarmos resistência ou pressão por parte dos outros. Mas também não é impossível nem rude. É possível dizer não de uma forma educada e respeitosa, sem magoar ou ofender ninguém.

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